“Sexo com máscara” tem risco elevado de infecção por coronavírus

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Muito se descobriu desde o estudo que sugeriu que cunete transmite coronavírus. Agora, um estudo em Harvard sugeriu que as pessoas usem máscaras para transar mas alertou o alto risco de infecção.

A pesquisa, publicada na importante revista científica Annals Of Internal Medicine no início de maio, classificou práticas sexuais de acordo com o risco que representam meio a pandemia mundial, sendo 1 o risco baixo e 5 risco alto. Confira:

  1. Abstinência sexual
  2. Masturbação sem companhia
  3. Sexo virtual
  4. Sexo com alguém isolado com você
  5. Sexo com alguém isolado em outra casa

A recomendação do uso de máscaras se enquadra no “sexo com alguém isolado em outra casa”. O estudo também aponta banhos, antes e depois do sexo, como forma de amenizar o alto risco de infecção.

Além disso, a recomendação é de que as roupas de cama como lençóis e fronhas sejam higienizados com água e sabão após a prática sexual.

Comentários

Renan Oliveira
Renan é um jornalista de humor ácido (é bem ruim pela manhã) que acredita que informação é uma das armas mais poderosas contra a LGBTfobia.
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