Se fossem um comitê, LGBTs das Olimpíadas teriam mais medalhas que o Brasil

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As Olimpíadas de Tóquio, que chegaram ao fim no último domingo (8), já entraria para história pelo número de pessoas abertamente LGBT, mas o número de medalhas conquistadas por esses atletas foi a cereja do bolo para edição 2020/2021 do encontro esportivo. Ao todo foram 180 pessoas da comunidade nessa edição.

Mesmo separando se contarmos uma medalha por equipe, o que normalmente acontece no ranking oficial das olimpíadas, o “Comitê Olímpico LGBT” somaria mais de 30 medalhas, de acordo com levantamento feito pelo site Outsports. Brasil, Holanda, França, Alemanha e Itália conquistaram menos do que a equipe fictícia.

Alguns dos destaques das 11 medalhas de ouros, 12 de prata e nove de bronze são o atleta Tom Daley; Raven Saunders, conhecida como mulher Hulk e que protestou pelos oprimidos ao subir no pódio; Quinn, primeira pessoa trans a receber uma medalha de ouro em olimpíadas; e as brasileiras Ana Marcela Cunha, na maratona aquática, e Carol Gattaz e Ana Carolina, no vôlei.

Vale lembrar que a lista da Outsports, divulgada pela UOL no Brasil, pode ser maior já que considera apenas atletas abertamente LGBT.

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Renan é um jornalista de humor ácido (é bem ruim pela manhã) que acredita que informação é uma das armas mais poderosas contra a LGBTfobia.
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