Dinheiro e lesbofobia teriam motivado assassinato de diretora de F1

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A polícia segue tentando montar o quebra-cabeças que envolve o assassinato de Nathalie Maillet, 51, diretora do autódromo de Spa-Francorchamps. Maillet, a namorada, Ann Lawrence Durviaux, e o marido, Franz Duboi, foram encontrados mortos no último dia 15. As informações são de que o crime teria sido motivado por lesbofobia e dinheiro.

As primeiras notícias divulgadas na grande mídias diziam que Duboi, que é ex-piloto, teria surpreendido a esposa com Durviaux e num acesso de ciúmes, matou as duas. Essa versão, no entanto, foi descartada depois que uma amiga de Maillet veio a público para esclarecer que o casal já não estava mais junto e estavam negociando um divórcio. “Estamos muito longe do homem traído que chega em casa inesperadamente para encontrar a mulher nos braços de outra pessoa”, disse Sandrine Detandt em entrevista a imprensa local.

Não há dúvidas de que Duboi cometeu o assassinato e tirou a própria vida, já que a promotoria tem a ligação na qual ele informa a polícia do crime. Agora, as investigações apontam para motivação financeira, já que foram encontradas filmagens dos três deixando um restaurante na noite do assassinato. De acordo com o site belga Sudinfo, a reunião era para tratar sobre a partilha dos bens e o assassino não teria gostado dos rumos das negociações.

A lesbofobia ainda não foi descartada. Algumas fontes apontam que Duboi não estaria satisfeito por “ser trocado” por uma mulher e não se sentia confortável em falar sobre o assunto. “Estamos diante de um homem que matou duas mulheres porque elas se queriam”, pontuou Sandrini. “Ele fingiu que não se incomodava e até chegou a conhecer Ann [em outra situação].

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Renan é um jornalista de humor ácido (é bem ruim pela manhã) que acredita que informação é uma das armas mais poderosas contra a LGBTfobia.
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