Ativistas russas são presas por hastear bandeiras LGBT em prédios oficiais

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Embora não seja uma data para se celebrar, na última quarta-feira (7) o presidente russo Vladimir Putin completou mais um ano de vida. Como forma de protestar, ativistas do grupo Pussy Riot decidiram decorar vários prédios oficiais do governo com bandeiras LGBT.

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Os enfeites foram reportados nos edifícios do Serviço de Segurança Federal, distritos policiais, Ministério da Cultura e na Suprema Corte Russa. Como resposta, as autoridades mandaram prender 4 pessoas, incluindo Maria Alyokhina, Veronika Nikulshina, Vasily Andrianov e Elizaveta Diderikh, as duas últimas do Pussy Riot.

A perseguição contra pessoas LGBT na Rússia não é uma novidade. A chamada “propaganda gay” é proibida no país e diversas investidas contra o direitos de LGBT tem sido feitas frequentemente, entre elas a prisão de gays que participarem do processo de barriga de aluguel e a proibição de pessoas trans de adequarem seus documentos.

Comentários

Renan Oliveira
Renan é um jornalista de humor ácido (é bem ruim pela manhã) que acredita que informação é uma das armas mais poderosas contra a LGBTfobia.
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