Argentina e Alemanha fazem ações para LGBTIs nas forças armadas

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Embora os últimos anos tenha sido de muita provação para pessoas LGBTI nas forças armadas nos Estados Unidos, outros países parecem estar marchando para um lugar mais justo e seguro para essa população. Nos últimos dias, Alemanha e Argentina anunciaram ações afirmativas para pessoas da comunidade que decida trabalhar na defesa dos países.

Nosso vizinhos argentinos anunciaram que até o próximo dia 30 de novembro, o exército terá que obrigatoriamente incluir pelo menos 1% de pessoas transexuais ou travestis. A data foi fixada num decreto assinado pelo presidente Alberto Fernández em setembro deste ano.

De acordo com o documento de Fernández, a cota “busca começar a reparar as violações cometidas historicamente contra pessoas travestis, transexuais e transgênero”. Outro trecho determina que “os cargos do pessoal deverão ser ocupados em uma proporção não inferior a 1% da totalidade dos mesmos por pessoas travestis, transsexuais e transgênero que reunirem as condições de idoneidade”.

Já na Alemanha a ideia é indenizar pessoas que foram discriminadas por conta da orientação sexual entre os anos de 1955 e 2000. O valor será de aproximadamente R$ 18 mil, se convertido para moeda brasileira.

Um estudo feito pelo Ministério da Defesa do país mostrou que homossexuais foram demitidos e tiveram promoções negadas exclusivamente por conta da orientação sexual. Dentre os anos mencionados, gays era tidos como “um risco à segurança”.

Com informações a AP e da Press France.

Comentários

Renan Oliveira
Renan é um jornalista de humor ácido (é bem ruim pela manhã) que acredita que informação é uma das armas mais poderosas contra a LGBTfobia.
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