Além da Casa 1, conheça outras instituições LGBT

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É comum que no mês do orgulho muitas marcas coloquem em evidência o excelente trabalho feito pela Casa 1. Tido como referência dentre os centros de acolhimento para pessoas LGBT, o projeto existe desde 2015 e já se desdobrou em outros tão importantes quanto abrigar pessoas em situações de vulnerabilidade. Você pode ler mais aqui.

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Mas, felizmente, não é apenas a Casa 1 que está empenhada em dar aquela força para ajudar pessoas LGBT que estão passando pelos mais diferente tipos de situações delicadas. A seguir, mostramos outras ONGs que também precisam da sua ajuda para continuar a existir.

Nota: Enquanto escrevia essa nota, encontrei uma lista da Aliança Plural com várias instituições LGBT espalhadas pelo Brasil. Neste link você vai encontrar nomes, redes sociais e endereços de vaquinhas.

Casa Florescer – São Paulo

A Casa Florescer tem duas unidades e não é uma ONG, o que não significa que não precisa de apoio. Focado pessoas trans em situação de vulnerabilidade, o espaço precisa de apoio constantes para ajudar a manter as moradoras.

Além de contribuir com dinheiro neste link, você é bem vindo para conhecer os espaços e saber mais sobre maneiras de ajudar.

Pais Afetivos

Funcionando de maneira inteiramente virtual, a Pais Afetivos presta auxilio psicológico e abrigo emergencial para pessoas LGBT. A ideia é que, no futuro, a ONG consiga arrecadar o suficiente para inaugurar uma sede física.

Neste link você tem mais informações sobre a Pais afetivos e descobre como doar.

Casa Rosa – DF

Idealizada desde 2018, a Casa Rosa ainda não conquistou seu espaço físico dos sonhos. Através do Instagram acompanhamos toda a construção e pedidos de ajuda para conseguir materiais. A ideia era de que o projeto fosse concluído em março deste anos, mas quarentena chegou e tudo desacelerou, né?

Você pode ajudar o projeto doando qualquer valor aqui.

Casa Miga – Manaus

Conhecida como a 1ª Casa de Acolhimento para LGBT+ da Região Norte do país, a Casa Miga tem sede em Manaus, no Amazonas, e desde 2018 abriga temporariamente refugiados e pessoas expulsas de casa ou em situação de vulnerabilidade.

Apesar de não ter site oficial, você consegue saber mais sobre o projeto na através do mesmo link em que pode fazer doações.

Transvest – Minas Gerais

A ONG Transvest, fundada pela professora e ativista Duda Salabert, não trabalha necessariamente com acolhimento, embora possa facilitá-lo. O foco é reintegrar transexuais e travestis à sociedade através da educação.

Aqui você entende melhor como sua contribuição ajuda o projeto.

Casa Aurora – Salvador

Com pouco mais de um ano de existência, a Casa Aurora tem sede em Salvador. No site de arrecadação há a informação de que, preferencialmente, os moradores temporários devem ter entre 18 e 29 anos.

A casa comporta 10 acolhidos por vez e, além de abrigo, possui outras atividades como aula de inglês e serviços jurídicos.

Casa Transformar – Fortaleza

Na capital do Ceará é a Casa Transformar quem disponibiliza 10 vagas temporárias para pessoas LGBT em situação de vulnerabilidade. O financiamento coletivo do espaço tenta arrecadas R$7.000,00 por mês para bancar os gastos.

Você pode ajudar clicando aqui.

Distrito Drag – DF

Criado em 2017, o objetivo do Distrido Drag foi se transformando com o passar do tempo. Se antes o objetivo era auxiliar outros projetos LGBT a continuarem existindo, hoje ele funciona como um fundo emergencial para que as artistas da noite consigam se manter, já que o Corona fechou tudo.

Você pode contribuir com a vaquinha aqui.

Casa Santine – Mato Grosso do Sul

Nas redes sociais e no site oficial de arrecadação, não fica muito claro em que lugar está a sede da Casa Santine, mas sabemos que ao atingir a meta a ONG se dispõe a ajudar 35 pessoas LGBT em situação de vulnerabilidade por 3 meses.

Neste link você pode ler a biografia e contribuir com a casa.

Casa Nem – Copacabana

A Casa Nem é um desdobramento do projeto Preparanem que, em 2015, ajudava pessoas transvestigeneres a se preparar para o Enem. Agora, um espaço em Copacabana acolhe cerca de 60 moradores LGBT temporários, além de auxiliar mais pessoas que não vivem lá.

Não encontramos nenhum link de financiamento coletivo fixo, mas no Instagram você consegue mais informações de como apoiar a Casa Nem.

Comentários

Renan Oliveira
Renan é um jornalista de humor ácido (é bem ruim pela manhã) que acredita que informação é uma das armas mais poderosas contra a LGBTfobia.
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