Warner investiga acusações contra Ellen Show

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A Warner Bros. Television não ficou nada contente com as informações de que os bastidores do programa de Ellen DeGeneres são extremamente tóxicos para os funcionários e contratou uma empresa terceirizada para tocar investigações sobre o assunto.

Além da empresa contratada, a Warner também disse, através de comunicado aos funcionários, que fará parte das entrevistas com pessoas que fizeram e ainda fazem parte da produção do programa para entender melhoras alegações feitas para imprensa.

Ellen está no limite

De acordo com a US Magazine Ellen DeGeneres está “no limite” com as constantes acusações que estão colocando em xeque o título de “rainha da bondade” que ela conquistou por encerrar sempre o programa dizendo “sejam bons uns com os outros”.

Em 2016, a comediante Kathy Griffin disse que Ellen tem um “tem um traço mesquinho que todo mundo Hollywood conhece”. Já em abril deste ano, a YouTuber Nikkie de Jager veio a publico para dizer que estava decepcionada com o tratamento “frio e distante” que recebeu da apresentadora e que sequer teve um banheiro privado quando participou do programa.

Em maio, um ex-segurança disse a imprensa que DeGeneges é “desumanizada” e que a esposa dela quem seria a pessoa boa dentre as duas, já que quem lida com a apresentadora se sente até “um pouco humilhado”.

As atenções se voltaram para Ellen quando, ao se isolar na própria mansão, ela disse que era como estar na cadeia e, ao mesmo tempo, não deu maiores explicações para equipe sobre como ficariam os salários e rotina de trabalho.

Por fim, em outubro do ano passado a comunidade LGBT foi bem dura com DeGeneres depois que fotos dela ao lado do extremamente conservador ex-presidente George W. Bush. Na época ela disse: “Sou amiga de George Bush. Sou amiga de muitas pessoas que não compartilham das mesmas crenças que eu. Somos todos diferentes, e acho que esquecemos que é ok sermos diferentes”.

Comentários

Renan Oliveira
Renan é um jornalista de humor ácido (é bem ruim pela manhã) que acredita que informação é uma das armas mais poderosas contra a LGBTfobia.
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