She-Ra dá mais um passo na celebração LGBT

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Atenção, esse texto discute toda a trama e pode debater cenas que ainda não foram vistas por quem não concluiu a série!

Chegou ao fim o reboot da animação She-Ra e as Princesas do Poder feito pela Netflix em parceria com a DreamWorks. Criado por uma mulher lésbica, a animação já nasceu aclamada por, ao contrário do original, celebrar a diversidade de formas, raças e corpos.

A trama que acompanha Adora, que magicamente pode se transformar em She-Ra, e outras princesas que tentam salvar o mundo. Já na primeira temporada, o relacionamento entre a protagonista e Felina chamou atenção por deixar no ar uma forte tensão amorosa.

No entanto, enquanto as duas tinham problemas para admitir o que sentiam de fato uma pela outra, fomos apresentados para outros personagens que não tinham muitas questões sobre o que sentiam e eram orgulhosamente LGBTI.

As princesas Netossa e Spinerella já surgem como um casal, bem como os pais do personagem arqueiro. Também somos apresentados a Double Trouble, que é uma criatura não-binária com o poder de metamorfose.

A diversidade está ali e os personagens são bem resolvidos com quem são, A animação não parece querer perder tempo discutindo sexualidade e descobertas, ao invés disso, mostra que nós existimos e somos normais. Uma grata surpresa e um excelente exemplo para nova geração. Saiba mais vendo o vídeo abaixo:

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