Reboot de Queer As Folk promete mais diversidade

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Elencos das versões britânica e norte-americana Queer As Folk

A notícia de que a série Queer As Folk ganhará um reboot ganhou os portais de entretenimento na última quinta-feira (8). A série foi originalmente criada no Reino Unido e ganhou popularidade depois de uma versão canadense-americana, ela teve episódios exibidos entre 1999 e 2005. A plataforma Peacock foi a responsável por encomendar os novos episódios que prometem focar em um “grupo diverso”, algo que faltou nas antigas versões.

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A série exibida no Reino Unido teve duas temporadas, a primeira com 8 episódios e a segunda com apenas dois, e girava em torno de três homens gays que vivam em Manchester. Já o Queer As Folk mais popular, gravado em Pitsburgo e Toronto, que aqui ganhou o subtítulo Os Assumidos, dava mais destaque para um grupo maior: 6 homens gays e 2 mulheres lésbicas.

Boa parte do elenco é branco com quase nenhum ou nenhum personagem negro ou asiático de destaque nas história, o que deve ser modificado no reboot que prometeu mais diversidade.

O que sabemos sobre o novo Queer As Folk?

A primeira vez em que se falou de um reboot de Queer As Folk foi em 2018. Na época, a Vulture informou que o canal Bravo estava desenvolvendo o remake. As negociações empurram a produção para o streaming e agora assumido pela Peacock.

Não há nenhuma data de estreia e ninguém do elenco foi anunciado, mas já sabemos a série será ambientada em Nova Orleans e que a vida de um grupo de amigos será completamente transformada depois de uma tragédia. Russell T. Davies, que criou a série original, assinará como produtor executivo.

“Muita coisa mudou nos últimos 20 anos e seria maravilhoso se a próxima geração não tivesse que assistir Queer as Folk sozinha em seus porões úmidos com o som silenciado”, argumentou Stephen Dunn que está a frente do reboot e admitiu que assistia a primeira versão escondido da família.

Comentários

Renan Oliveira
Renan é um jornalista de humor ácido (é bem ruim pela manhã) que acredita que informação é uma das armas mais poderosas contra a LGBTfobia.
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