Serial Killer de Curitiba não transou com as vítimas, afirma delegado

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Um novo detalhe sobre a série de assassinatos de homens gays que aconteceu no sul do país acaba de deixar tudo ainda mais nefasto. José Tiago Correia Saroka, identificado pela Polícia Civil de Curitiba, não transou com nenhuma das três vítimas que ele asfixiou e possui uma ordem restritiva que o impede de se aproximar da ex-namorada.

“Ele tem perfil de serial killer com problemas psicológicos. Precisamos tirá-los de circulação o quanto antes, pois está matando a média de uma pessoa por semana. Queremos realmente alertar o grupo gay”, argumentou o delegado Thiago Nóbrega, de acordo com o GayBlog.

A polícia continua trabalhando com latrocínio, já que depois da asfixia, o acusado sempre levava um pertence das vítimas, como celulares e notebooks. As autoridades ainda informaram que José Tiago abandonou um empego formal em março, um mês antes do primeiro assassinato, e é pai de duas crianças.

“Ele age do mesmo modo há 30 dias, sempre com homossexuais. Ele vai até a casa das vítimas e lá pega a pessoa desprevenida, dá um mata-leão, a sufoca com um travesseiro ou coberta e leva pertences da vítima após o assassinato”, detalha a delegada Camila Cecconello.

As buscas pelo acusado continuam e as denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 197 da PCPR, 181 Disque Denúncia ou pelo 0800-643-1121, diretamente à equipe de investigação.

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Renan é um jornalista de humor ácido (é bem ruim pela manhã) que acredita que informação é uma das armas mais poderosas contra a LGBTfobia.
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