Protegeremos famílias, diz ministro de Brunei

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O governo de Brunei falou pela primeira vez desde que colocou em prática a lei que permite que homens gays sejam apedrejados até a morte e mulheres lésbicas chicoteadas.

De acordo com Erywan Yusof, ministro de Relações Exteriores do país, não há motivos para alarde porque a lei é “muito mais uma prevenção do que uma punição”.
“A criminalização de adultério e sodomia pretende apenas assegurar a sacralidade da linhagem familiar e o casamento de indivíduos muçulmanos, particularmente das mulheres”, argumentou em comunicado.

Ele ainda defendeu que o apedrejamento e as chicotadas serão extremamente raros, uma vez que os juízes não irão condenar ninguém sem antes ter um grande número de provas.

Dentre elas, Yusof destacou que dois homens de “alto valor e devoção moral” devem servir como testemunhas de acusação, o que na teoria torna as penas de morte pouco prováveis.

Comentários

Renan Oliveira
Renan é um jornalista de humor ácido (é bem ruim pela manhã) que acredita que informação é uma das armas mais poderosas contra a LGBTfobia.
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