Concurso Miss Bumbum tem participantes transexuais

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Você já deve ter ouvido falar do concurso anual que elege a brasileira com o bumbum mais bonito do país. Além de escolher a brasileira com melhores atributos, o projeto sempre está envolvido em polêmicas – não é mesmo, Andressa Urach?

A mais recente confusão envolvendo o concurso seriam as participações de concorrentes transexuais. Paula Oliveira e Giovanna Spinella estão sendo contestadas pelas concorrentes que não estariam satifeitas de disputar com alguém que “nasceu homem”.

“A competição deve ser 100% feminina, mas ainda assim teremos bundas e costas masculinas”, afirmou a modelo e dançariana Ellen Santana, uma das 27 concorrentes

Redesignação sexual

As duas participantes já fizeram cirurgia para que o sexo no qual nasceram esteja de acordo com a identidade de gênero, mas ainda assim, ambas são alvo de transfobia das colegas.

Oliveira acredita que as demais concorrentes “se sentem ameaçadas por terem visto que uma mulher trans pode ser muito mais bonita do que elas”.

Ela ainda defendeu que não se sente ofendida pelas rivais. “Claro que me querem fora, é óbvio que eu tenho um bumbum muito mais sexy que o delas”.

Organizadores comentam

Mas ao que parece as participantes rivais de Oliveira e Spinella terão que ficar quietinhas, já que organizadores demonstraram completo apoio as transexuais.

“O concurso garante apoio total a candidatura (de mulheres trans) e não irá toletar nenhum tipo de preconceito contra elas”, disse os organizadores em comunicado.

A participante que questionar a participação de mulheres trans pode, inclusive, ser desclassificada.

Desclassificação

Mas nem tudo são flores. É importante relembrar que no final de 2017, uma participante transexual que não deve o nome divulgado, foi desclassificada por não ter feito cirurgia de redesignação sexual.

Aparentemente o genital ainda importa e não são todas as transexuais que são bem vindas no concurso.

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