Polícia reúne imprensa para anunciar caça a pessoas LGBT+ em Burundi

Ao contrário da Chechênia, que nega constantemente a perseguição as pessoas LGBT+, a polícia de Barundi, na África, reuniu alguns veículos para anunciar caça a pessoas LGBT+.

O anúncio foi feito no última sexta-feira, mas a repressão não é novidade no país. O próprio governo condena abertamente homossexuais.

De acordo com o jornalista e ativista de direitos humanos Bakari Ubena, membros do governo dizem que “homossexuais são contra a cultura burundiana”.

Prisões com fianças exorbitantes

Também no dia 6 de outubro, quando começou oficialmente a caça a pessoas LGBT+, a polícia informou que prendeu “várias” pessoas.

+ Gays são chicoteados em frente a multidão que aplaude 

Relatos dizem que o valor cobrado para soltar os presos são exorbitantes e os que não podem pagar são espancados e podem continuar na prisão por 2 anos.

Presos por dançar

Jean-Daniel Ndikumana, advogado gay que vive atualmente na Bélgica disse que no último dia 4 de outro 7 pessoas foram presas.

Dentre elas, dois adolescente, menores de 18 anos, foram levados para cadeira unicamente por dançarem juntos.

Sobre o Autor

Renan Oliveira
Renan Oliveira
Renan um é jornalista de humor ácido (é bem ruim pela manhã) que acredita que informação é uma das armas mais poderosas contra a LGBTfobia.

Comentários