Polícia prende e tortura LGBT+ no Azerbaijão

Enquanto ativistas continuam pressionando para que a Chechênia preste esclarecimentos sobre o Campo de Concentração, o Azerbaijão parace estar começando a fazer o mesmo que a república russa.

+ Repressão na Chechênia continua

A polícia do local prendeu pelo menos 100 LGBT+ nas ruas, em lugares comuns e dentro das próprias casas deles. As prisões estão concentradas na capital.

Agressão e tortura também estão sendo denunciadas.

A justificativa para as prisões seria, de acordo com um comunicado, “combate a prostituição” no país, já que há preocupação com a “proteção de valores morais da nação”.

Direitos LGBT+ no Azerbaijão

No ano de 2015 o país foi condenado por intimidar a população LGBT+ local. 

Já este ano o Azerbaijão ficou em primeiro lugar no ranking europeu de “pior lugar para direitos LGBT+”.

Há relatos de que algumas pessoas tiveram a cabeça raspada na prisão.

Sobre o Autor

Renan Oliveira
Renan Oliveira
Renan um é jornalista de humor ácido (é bem ruim pela manhã) que acredita que informação é uma das armas mais poderosas contra a LGBTfobia.

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