Chechênia acusa LGBT+ de terrorismo para que eles não consigam deixar o país

Apesar das declarações de Ramzan Kadyrov, presidente da Chechênia, de que não há homossexuais no país e que, se houvesse, eles estariam livres para deixar o país, o governo tem acusado LGBT+ de terrorismo para que eles não saiam de lá.

De acordo com o site Crime Russia, as autoridades estariam procurando as famílias dos homossexuais e exigindo que eles escrevam declarações sobre um fuga para a Síria. Com o documento eles acusam pessoas LGBT+ de defenderem o Estado Islâmico.

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Denúncias de campos de concentração na Chechênia começaram a aparecer na imprensa no primeiro semestre deste ano. A forte pressão internacional fez com que Putin instaurasse uma investigação no país, mas até o momento, nenhuma ação efetiva foi tomada para impedir a perseguição.

Sobre o Autor

Renan Oliveira
Renan Oliveira
Renan um é jornalista de humor ácido (é bem ruim pela manhã) que acredita que informação é uma das armas mais poderosas contra a LGBTfobia.

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